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“Ele(a) foi negligente!”

“Ele(a) poderia ter feito mais!”

“Por culpa dele(a) meu ente querido faleceu!” Pós atendimento, quando a expectativa de um paciente ou de seu familiar é frustrada, de imediato procura-se um culpado para um resultado indesejado, seja ele ocasionado pela morte ou fatores adversos.

 

Infelizmente, por vezes a própria mídia acaba por incutir isso na mente dos telespectadores, procurando atribuir para determinado sujeito, neste caso o médico a culpa por um resultado diferente do pretendido, sendo este a cura.

 

Como já falamos em postagem anterior, o médico deverá estar preparado para lidar com as expectativas que lhe rodeiam, não necessariamente devendo atendê-las quando impossível for (seja em derivação de não haver cura para a enfermidade ou até mesmo pelo avançado estado clínico do paciente etc). A verdade é que, com o grande “comércio” dos danos morais a qual atribuem ao judiciário dado julgamento, protegida deverá estar a classe médica, com um bom seguro de responsabilidade civil, bem como, uma assistência jurídica mais personalizada para complementar.

 

Ninguém está livre de ser demandado judicialmente, e quanto mais exposição aos riscos, então.

 

À exemplo disso, na atualidade estamos lidando com a pandemia da COVID-19 que está revirando o mundo de ponta a cabeça. Parece que a procura por culpados aumentou!

 

A dor emocional ao perder os seus já tem aumentando o número de insatisfações, o que por conseguinte tendem a parar no judiciário. Os efeitos de tudo isso já começam a ser expostos nas vias midiáticas que acabam por divulgar informações por vezes inverídicas com base nas meras alegações e “achismos”. Ancore-se no máximo de apoios possíveis para eventuais defesas, esse é conselho, pois dadas economias com o exercício da segurança profissional podem custar caro.

 

Registre o máximo de informações, inda que pareçam desnecessárias.

 

#argolo.defesamedica